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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A LEBRE E A TARTARUGA


Um dia, uma Lebre ridicularizou as pernas curtas e a lentidão da Tartaruga. A Tartaruga sorriu e disse: "Pensa você ser rápida como o vento; Mas Eu a venceria numa corrida."
A Lebre claro, considerou sua afirmação algo impossível, e aceitou o desafio. Convidaram então a Raposa, para servir de juiz, escolher o trajeto e o ponto de chegada.
E no dia marcado, do ponto inicial, partiram juntos. A Tartaruga, com seu passo lento, mas firme, determinada, em momento algum, parou de caminhar. 
Mas a Lebre, confiante de sua velocidade, despreocupada com a corrida, deitou à margem da estrada para um rápido cochilo. Ao despertar, embora corresse o mais rápido que pudesse, não mais conseguiu alcançar a Tartaruga, que já cruzara a linha de chegada, e agora descansava tranqüila num canto. 

xxxx
Autor: Esopo
Moral da História: 
Ao trabalhador que realiza seu trabalho com zelo e persistência, sempre o êxito o espera.

O GATO E A RAPOSA





Certa vez,
 um Gato e uma Raposa resolveram viajar juntos. Ao longo do caminho, enquanto caçavam para se manter, um rato aqui, uma galinha ali, entre uma mordida e outra, conversavam sobre as coisas da vida.

E, como sempre acontece entre companheiros, especialmente numa longa jornada, a conversa entre eles logo se torna uma espécie de disputa de Egos. E os ânimos se exaltam quando cada um trata de promover e defender suas qualidade pessoais.

Pergunta então a Raposa ao Gato:

"Acho que você se acha muito esperto não? Você deve até achar que sabe mais do que eu. Sim, porque eu conheço tantos truques que nem sou capaz de contá-los!"

"Bem," retruca o Gato, "Admito que conheço apenas um truque, mas este, deve valer mais que todos os seus!"
 Nesse momento, eles escutam, ali perto, o apito de um caçador e sua matilha de cães que se aproximam. O Gato deu um salto e subiu na árvore se ocultando entre as folhas.

"Este é meu truque," ele disse à Raposa. "Agora deixe-me ver do que você é capaz."

Mas, a Raposa tinha tantos planos para escapar que não sabia qual deles escolher. Ela correu para um lado e outro, e os cachorros em seu encalço. Ela duplicou suas pegadas tentando despistá-los; ela aumentou sua velocidade, se escondeu em dezenas de tocas, mas foi tudo em vão. Logo ela foi alcançada pelo cães, e então, toda sua arrogância e truques se mostraram inúteis.

Moral: O Bom senso é sempre mais valoroso que a astúcia. 



AS FORMIGAS E A CIGARRA





Num brilhante dia de outono, uma família de formigas se apressava para aproveitar o calor do sol, colocando para secar, todos os grãos que haviam coletado durante o verão. Então um Gafanhoto faminto se aproximou delas, com um violino debaixo do braço, e humildemente veio pedir um pouco de comida. xxxAs formigas perguntaram surpresas: "Como? Então você não estocou nada para passar o inverno? O que afinal de contas você esteve fazendo durante o último verão?"
E respondeu o Gafanhoto: "Não tive tempo para coletar e guardar nenhuma comida, eu estava tão ocupado fazendo e tocando minhas músicas, que sequer percebi que o verão chegava ao fim."
As Formigas encolheram seus ombros indiferentes, e disseram: "Fazendo música, todo tempo você esteve? Muito bem, agora é chegada a hora de você dançar!"
E dando às costas para o Gafanhoto continuaram a realizar o seu trabalho.
Autor: Esopo

Moral:
Há sempre um tempo para o trabalho, e um tempo para a diversão. 

FÁBULAS

A fábula é uma história narrativa que surgiu no Oriente, mas foi particularmente desenvolvido por um escravo chamado ESOPO, que viveu no século VI a.C., na Grécia antiga. Esopo inventava histórias em que os animais eram os personagens. Por meio dos diálogos entre os bichos e das situações que os envolviam, ele procurava transmitir sabedoria de carácter moral ao homem. Assim, os animais, nas fábulas, tornam-se exemplos para o ser humano. Cada bicho simboliza algum aspecto ou qualidade do homem como, por exemplo, o leão representa a força; a raposa, a astúcia; a formiga, o trabalho etc. É uma narrativa inverossímil, com fundo didático. Quando os personagens são seres inanimados, objetos, a fábula recebe o nome de apólogo. A temática é variada e contempla tópicos como a vitória da fraqueza sobre a força, da bondade sobre a astúcia e a derrota de preguiçosos.
A fábula já era cultivada entre assírios e babilônios, no entanto foi o grego Esopo quem consagrou o gênero. La Fontaine foi outro grande fabulista, imprimindo à fábula grande refinamento. George Orwell, com sua "Revolução dos Bichos" (Animal Farm), compôs uma fábula (embora em um sentido mais amplo e de sátira política).

Características

As fábulas são narrativas curtas, na qual os personagens são animais e nelas sempre no final mostra uma lição de moral.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

ATIVIDADES PARA BERÇÁRIO


ATIVIDADES DE ESTIMULO À LINGUAGEM PARA BERÇÁRIO
3 Meses:
* Prender com uma fita perninha do bebê a um móbile;
* Encaixar a alça de um chocalho nos dedinhos do pé de um bebê;
* Amarra a chupeta ou um brinquedo no pezinho de modo que a criança tenha que dobrar a
perna para alcançar a boca;
*Prancha de textura (deixe a criança sentir a diferente textura com as mãos e com os pés);
3 a 4 Meses:
* Segurar o objeto preso por um fio e fazer movimentos para que a criança tente pegá-lo
esticando os bracinhos e acompanhando os seguintes movimentos:
- Acima / Abaixo
- Longe / Perto
- Pendulo / Circular
* Seguir o objeto focalização
- Acima / Abaixo
- Longe / Perto
- Lados / Diagonais
* Esconder um objeto e mostrar a criança logo em seguida
* Esconder o objeto e apresentá-lo ao bebe com as mãos alternadas, até que ele desenvolva
a habilidade de memorizar que o objeto aparece cada vez em uma mão e olhar antecipado.
* Induzir a imitação de movimentos simples:
- Colocar a língua para dentro e para fora
- Abrir e fechar a boca
- Fazer bico / vibrar os lábios e as línguas
- Abrir e fechar as mãos / bater palmas
* Esconder o rosto com um pano e esperar que a criança puxe para te achar
* Esconder um objeto embaixo de um pano e esperar que a criança puxe o pano e depois
puxe o pano para achá-lo
4 a 6 Meses:
* Segurar uma bandeja de alumínio e incentivar a criança a chutar a bandeja fazendo
barulho
* Cantar balançando a criança de acordo com a canção da música
* Cobrir a criança com um lençol fazendo uma cabaninha
6 a 7 Meses:
* Colocar a criança sentada em cima de um lençol e a arrastá-la puxando o lençol. A
criança deverá fortalecer o abdômen para manter-se sentada.
* Rolar
* Engatinhar / passar por cima, por baixo de obstáculos.
* Sentar a criança em uma bola grande, para incentivar a criança a se equilibra-se com uma
perna de cada lado.
8 a 12 Meses:
* Colocar a criança de costas, emitir sons por trás dela e esperar que ela vire-se em busca
da localização da fonte sonora.
* Colocar e retirar objetos de dentro de uma caixa
* Bater pinos com o martelo
* Arremessar objetos
* Encaixar objetos com uma base com pinos
* Montanha Russa
1 a 2 anos e 5 meses:
* Empilhar peças
* Emparelhar peças
* Encaixar pinos
* Encaixar formas
* Encaixar seqüências de tamanhos:
- através de deslizamento
- em local determinado
- idem apenas com orientação
- idem com 2 locais determinados
- idem com 3 locais determinados
- idem com 4 locais determinados
- idem com todas as peças
- Encaixar de ponta cabeça
- Misturar 2 encaixes de forma diferentes
Continente X Conteúdo:
* Apresentação de fantoches
* Apresentação de figuras em livros
* Apresentação de animais / frutas / comidas / carros / pessoas / objetos de uso pessoal para
nomeação.
* Imitação de seqüências de movimentos
* Imitação diferida (faz de conta)
* Incentivo à brincadeira simbólica.

ATIVIDADES PARA FOLCLÓRE2


    ATIVIDADES PARA FOLCLÓRE





    SUGESTÃO DE JOGOS E BRINCADEIRAS:

    1. PULAR COMO SACI
    2. ANDAR COM OS PÉS VIRADOS.
    3. CANTAR MUSICAS FOLCLÓRICAS EM RODA TROCANDO O GORRO DE CABEÇA.
    4. JOGO DE PINOS COM OS PERSONAGENS FOLCLÓRICOS
    5. COLOCAR A CAUDA NA IARA. (PODE SER CONFECCIONADA EM E.V.A.
    6. COLOCAR FOGO (FEITO EM E.V.A OU CELOFANE VERMELHO) NO PESCOÇO DA MULA SEM CABEÇA.
    7. MONTAR O QUEBRA CABEÇA DO BOTO

    FOLCLORE

    ATIVIDADES PARA BERÇÁRIO




    É necessário conhecer o desenvolvimento infantil para, então, propor atividades.
    Normalmente, bebês de 5 a 10 meses de idade colocam tudo na boca. Quando de
    bruços, levantam a cabeça e ombros, rolam, sentam, arrastam-se ou engatinham,
    ficam de pé com apoio. Reconhecem as coisas e pessoas, não têm medo de animais,
    mexem em tudo.
    Por isso aqui vão sugestões de algumas atividades básicas mas de fundamental importância para o desenvolvimento motor amplo e fino e fonológico dos pequenos.

    Atividades de estímulos visuais (permitir que a criança discrimine e identifique semelhanças e
    diferenças perceptíveis através da visão), auditivos (propiciar à criança situações para
    desenvolver a discriminação, memória e atenção auditiva), táteis (conduzir a criança
    na exploração do meio em que vive de modo a identificar formas e sensações através
    do contato físico), massagens, exercícios exploratórios referentes às partes do corpo; o
    momento do relaxamento (com músicas orquestradas e variadas); aproveitar o
    momento do banho para dar novos conceitos e experiências sensoriais e psicomotoras,
    tais como, noções de espaço; aulas de música, em que as habilidades auditivas
    começam a ser focadas e treinadas, tais como discriminação, atenção e memória
    auditiva; não se esqueça de estimular a linguagem, criatividade, organização do
    pensamento, cognição, etc., com fantoches, dramatizações... as crianças adoram!
    Apesar da pouca idade! Elas têm que estar em contato com a língua para aprender e
    para desenvolver o seu vocabulário... além disso, essas atividades auxiliam no
    treinamento da atenção (visual e auditiva) e na aprendizagem das emoções...
    É interessante, também, proporcionar à criança situações que desenvolvam o aparelho
    fono-articulatório para, posteriormente, utilizar a linguagem oral de forma clara e
    espontânea.
    Espero que gostem!

    domingo, 24 de outubro de 2010

    ALFABETO DOS PEZINHOS






    PODE SER UTILIZADO EM PAREDES OU EM ATIVIDADES LÚDICAS EM TURMAS DE JARDIM, PRÉ E PRIMEIRO ANO.

    sábado, 23 de outubro de 2010

    História A Arca de Noé







    A Arca de Noé
    Ruth Rocha

    Esta história é muito, Muito antiga. Eu li num livrão grande do papai, que se chama Bíblia. É a história de um homem chamado Noé.
    Um dia, Deus chamou Noé. E mandou que ele construísse um barco bem grande. Não sei por quê, Mas todo mundo chama esse barco de Arca de Noé.
    Deus mandou que ele pusesse dentro do barco um bicho de cada qualidade.
    Um bicho, não. Dois. Um leão e uma leoa...Um macaco e uma macaca...Um caititu e uma caititoa...Quer dizer, caititoa não, que eu nem sei se isso existe.
    E veio tudo que foi bicho. Girafa, com um pescoço Do tamanho de um bonde...
    Tinha tigre de bengala. Papagaio que até fala. E tinha onça-pintada. Arara dando risada, que era ver uma vitrola! E um casal de tatu-bola...Bicho d´água, isso não tinha, nem tubarão, nem tainha, procurando por abrigo. Nem peixe-boi nem baleia, nem arraia nem lampreia, que não corriam perigo...
    E zebra, que parece cavalo de pijama...E pavão, que parece um galo fantasiado pra baile de carnaval. E cobra, jacaré, elefante...E paca, tatu e cutia também. E passarinho de todo jeito. Curió, bem-te-vi, papa capim...
    E inseto de todo tamanho. Formiga, joaninha, louva-a-deus...
    Eu acho que Noé devia Ter deixado fora tudo que é bicho enjoado, Como pulga, barata e pernilongo, que faz fiuuummm no ouvido da gente. Mas ele não deixou. Levou tudo que foi bicho.
    Tinha peru, tinha pato. Tinha vespa e carrapato. Avestruz, carneiro, pinto...Tinha até ornitorrinco. Urubu, besouro, burro. Gafanhoto, grilo, gato. Tinha abelha, tinha rato...
    Quando a bicharada estava toda embarcada, e mais a família do Noé todinha,
    começou a cair uma chuvarada. Mas não era uma chuvarada dessas que caem agora. Você já viu uma cachoeira? Pois era igualzinho a uma cachoeira caindo, caindo, que não acabava mais. Parecia o Rio Amazonas despencando. E aquela água foi cobrindo tudo, tudo. Cobriu as terras, cobriu as plantas, cobriu as árvores, cobriu as montanhas. Só mesmo a Arca de Noé, que boiava em cima das águas, é que não ficou coberta. E mesmo depois que passou a tempestade ficou tudo coberto de água. E passou muito tempo. Todo mundo estava enjoado de ficar preso dentro da Arca, sem poder sair nem um bocadinho.
    Os bichos até começaram a brigar. que nem criança, que fica muito tempo dentro de casa e já começa a implicar com os irmãos. O gato e o rato começaram a brigar nesse tempo e até hoje não fizeram as pazes. Até que um dia...Veio vindo um ventinho lá de longe. E as águas começaram a baixar. E foram baixando, baixando...E Noé teve uma idéia. Mandou o pombo dar uma volta lá fora Para ver como estavam as coisas. Os pombos são ótimos para isso. Eles sabem ir e voltar dos lugares, sem se perder, nem nada.
    Por isso é que Noé escolheu o pombo para esse trabalho. O pombo foi e voltou
    Com uma folhinha no bico. E Noé ficou sabendo que as terras já estavam aparecendo. E as águas foram baixando mais e mais... Então a Arca pousou sobre um monte. E todo mundo pôde sair e todo mundo ficou contente. E todos se abraçaram e cantaram. E Deus pendurou no céu um arco colorido, todo de listras.E esse arco queria dizer que Deus era amigo dos homens, e que nunca mais ia chover assim na terra. Você já viu, depois da chuva, o arco-íris redondinho no céu? Pois é pra sossegar a gente. Pra gente nunca mais ter medo da chuva!

    ALESSA'S BLOG

    UM POUCO SOBRE MIM:
     MEU NOME É ALESSANDRA LEMES, TENHO 37 ANOS E SOU EDUCADORA DO CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL ARCO-ÍRIS HÁ 12 ANOS.

    INTUITO DO BLOG:
     ESTE BLOG FOI CRIADO PARA TROCA DE EXPERIÊNCIAS E POSTAGENS DE ATIVIDADES NA ÁREA DE EDUCAÇÃO INFANTIL.